Sobre as qualidades do vinho uruguiao sei que há leitores que não concordam comigo, respeito a opinião alheia, mas considero que na vida é fundamental ter opinião independente e ser autêntico. Porisso faço questão de dizer que tenho convicção de que o desconhecido Uruguai, que em Guarani significa Rio dos Pássaros Pintados (sabemos mais de Mapuche do que de Guarani...), tem o melhor terroir da América Latina. Falo isso convictamente embora alguns críticos que se acham famosos considerem seus vinhos uma "zurrapa"... Sei que quando algum Robert Parker da vida vier a reconhecer a qualidade desses vinhos esses mesmos críticos passarão a adorá-los... Paciência.
Volto a este assunto, pois dois anos atrás fiz uma deliciosa viagem ao Uruguai na companhia de Luiz Horta, o melhor texto sobre vinho que temos no Brasil "Secondo Me" e de Ecilda Paullier... que saudade. Foi como caminhar no céu. Uma das maravilhosas surpresas que tivemos foi com um Nebbiolo dos Carrau e que na ocsião escrevi o seguinte:
Nebbiolo Vilasar 2000 - Vilasar era o nome do povoado da Catalunha de onde saiu Francisco Carrau, pioneiro desta família. Com 10% de Marzemino (nunca havia ouvido falar nesta casta) temos no Uruguai, finalmente uma Nebbiolo com estrutura, aroma e sabor de Barolo. Que boa notícia! Degustamos a garrafa de nº 0788 que estava simplesmente maravilhosa. Um vinho maravilhoso, quase todo exportado para a Europa. Com aromas de “prosciuto crudo”, aniz, um toque de “liquerizia” (alcaçuz) e violetas. Bárbaro
Agora recebo de meu amigo Ignacio Carrau e-mail com o seguinte texto:
" Didú, Veja nos arquivos o resultado da degustacao de Barolos, Barbarescos e outros Nebbiolos de paises da America Latina e os resultados.... acho que pode se dizer que foi vc o primeiro a descobrir o potencial deste vinho que passa agora a um lugar de maior destaque em funcao do resultado desta Cata a cegas realiza da no Rio de Janeiro comparando o com grandes vinhos do Piemonte e outros...." Um grande abraco,Ignacio Carrau
Texto da Revista do JB:
O velho uruguaio vira a mesa
Em março, quando escrevi sobre a nebbiolo, disse que esta era uma uva que prezava a máxima de que o vinho, quanto mais velho é, melhor fica. E tal afirmação foi posta em prova pela Confraria dos Nove, em mais uma degustação às cegas promovida pela Programa. Desta vez, analisamos 14 vinhos feitos com a uva, produzidos em cinco diferentes países. Eram nove italianos, dois brasileiros, um argentino, um chileno e um uruguaio, de diferentes safras e regiões. E, noves fora a pátria da nebbiolo ser a Itália, prevaleceu a lógica da idade. Para surpresa geral, derrotando barolos e barbarescos, o vencedor foi o excelente Vilasar 2000, vinho uruguaio feito pela Bodegas Carrau, o mais velho dos rótulos provados. Em segundo, poucos décimos atrás, o Barbaresco Michele Chiarlo 2001, seguido por outros dois italianos, o La Spinetta Langhe Nebbiolo 2005 e o Pio Cesare Langhe Il Nebbio 2004. Chamou a atenção também a boa colocação do chileno Cremaschi Furlotti Nebbiolo 2004, o mais barato dos vinhos degustados, que ficou em quinto lugar.
Sexta-feira, 03 de Julho de 2009 - 00:00
Voltando à tal viagem, como já faz um tempinho, republico aqui parte do texto que fiz na ocasião:
Dos 100 milhões de litros de vinho que o Uruguai produz, apenas 10% são vinhos finos, os outros 90% são vinhos de mesa que diferentemente do Brasil, são feitos a partir de uvas vitis-viníferas. Encontra-se lá por exemplo vinhos de R$ 2,50 feito de vitis-vinífera. Fico me perguntando por que não é assim no Brasil. Após percorrer cerca de 1.600 km nós degustamos exatos 138 vinhos entre espumantes, brancos, tintos, rosés, brancos de sobremesa (botrytisados e late harvest) e fortificados. Posso dizer que com surpresa não provei nenhum vinho ruim. Provei vinhos simples, mas ruim não provei nenhum.
Posso dizer que a diversidade em qualidade que o Uruguai oferece é bastante rara no mundo do vinho, apresentando excelentes vinhos em cada uma das categorias, não é uma país só de tannat como muitos pensam. Posso e devo dizer também que quem não está consumindo vinho uruguaio hoje ou é desinformado ou não entende nada de vinho, pois há verdadeiras pechinchas se considerarmos qualidade e preço, mas... não é famoso ainda e o consumidor brasileiro adora consumir vinhos famosos que estjam na moda. Acredite que há vinhos uruguaios sendo vendidos em mais de cem restaurantes do guia Michelin (caso do Pisano), que o sommelier do Meridien de Dubai tem em sua carta de vinhos alguns uruguaios (Bouza) para seus clientes que já experimentaram de tudo e querem ser surpreendidos com um vinho de qualidade e desconhecido...
Se voce quer uma opinião do Didú, encha sua adega com qualquer das sugestões pinçadas abaixo e voce se surpreenderá com a qualidade e com o custo. Se conseguir guarde alguns para daqui a uns cinco anos e aí então voce não vai acreditar no que degustará, pois eles têm muita estrutura em seus vinhos o que garante uma ótima evolução. O vinho uruguaio tem carater, coisa rara no novo mundo. Seu terroir permite um vinho com estrutura sem ser pesado e quase sempre com toques minerais. E seus vinhateiros são teimosos e convictos do estilo que escolheram. Experimentei brancos lá que me remeteram aos vinhos austríacos pela sua complexidade e mineralidade.
O Uruguai me emocionou diversas vezes, primeiro por que se trata de uma grande grupo de famílias super orgulhosas do que fazem e que como bons descendentes de italianos ou de bascos franceses ou ainda a mistura desses, adoram abrir as portas de suas casas e de suas cozinhas e fazer um novo amigo. No cartão de um deles há a seguinte frase:” El vino se elabora a partir de uma fruta madura con aromas y sabores únicos, esta debe continuar viva en el. El vino es el fruto del amor entre el hombre y la viña”... não é lindo isso? Veja a seguir os vinhos que “Secondo Me” são o crème de la crème do “Rio dos pássaros pintados”.
Se qusier saber mais de alguns dos vinhos degustados (fiz questão de não privilegiar nenhum, porisso omiti algumas preciosidades) e rever vídeos dos produtores, acesse o meu site e entre em What's Up edição 33. Saúde!
O Ciro Lilla e seus filhos mostram que são craques e por que lideram esse mercado de importados. Em pleno inverno, quando as vendas de vinhos esquenta, eles fazem uma promoção de diversos rótulos, entre eles o RPF Tannat da Familia Pisano. RPF significa Reserva Particular de Familia. O Daniel Pisano que é um verdadeiro embaixador do Uruguay foi quem me disse: "Didú, olhe o dono da vinícola e beba seu vinho, eles são parecidos, se não foram, há algo errado..." genial isso. Bem anote algumas das promoções, vejam que os preços estão em REAIS, mas visite o site da Mistral que há mais, abaixo um antigo vídeo do Daniel Pisano que falou um pouco de Uruguay.
"A ideia é mostrar que o vinho brasileiro é alegre, jovem e autêntico”
Com esta frase, Carlos Raimundo Paviani, resume o objetivo da campanha desenvolvida pela Escala de Porto Alegre e que ganhará a mídia nacional a partir de 13 de julho. Paviani que à frente do IBRAVIN teve a competência de delegar e contratar gente qualificada, como é o caso de Andréia Gentilini Milan e Diego Bertolini (não desfazendo de outros), está apresentando um excelente trabalho pelo nosso bom vinho, não só no Brasil como no exterior.
Parece inacreditável que ainda hoje os brasileiros desconheçam tantos vinhos bons que temos. Parece mais inacreditável é que ainda hoje se ouça de críticos "famosos" que nossos vinhos são "zurrapa", que dão azia e coisas assim. Puro desconhecimento e irresponsabilidade. Agora, com verba de mídia, certamente eles baterão nas portas do IBRAVIN, certamente... Mas os cães ladram e a caravana passa dizia o saudoso Ibrahin Sued e assim será com nosso vinho, tenho certeza.
Quero aqui em meu espaço barabenizar o IBRAVIN pelo trabalho que vem fazendo e parabenizar também aos pordutores brasileiros que se empenham na melhoria constante de seus vinhos e ainda convivem com impostos abusivos de um govêno míope que só ganha menos que os restaurantes gananciosos e com um consumidor que sempre prefere o que vem de fora. Do alto de minha independência e sinceridade sugiro:
Aos críticos que dispam-se de seus preconceitos e sejam honestos em suas avaliações.
Ao govêrno (Federal, Estadual e Municipal), que acorde e perceba que baixando impostos todos ganhariam. Acabaria a sonegação, o contrabando e as falsificações.
Aos restaurantes que deixem de ser tão gananciosos. Não tem cabimento ganhar cinco vezes o que ganha o produtor do vinho gente. Com uma maregm menor venderiam muito mais.
Abaixo minha lista que sempre aumenta com vinhos que eu serviria a qualquer estrangeiro com muito orgulho.
Espumantes: Aurora Brut Pinot Noir “Blanc de Noir” (único espumante brasileiro Blanc de Noir) Aurora Brut Calza Brut Vinícola Calza Jr. Casa Valduga 130 anos que agora terá também Pinot Meunier Casa Valduga Brut Caves Geisse Brut Nature Chandon Brut Chandon Excelence Don Giovanni Reserva Espumante Rose Dal Pizzol Marson Brut Miolo Brut Milesimé Miolo Chardonnay e Pinot Noir da Miolo Miolo Rose Pizzato Brut Chardonnay e Pinot Noir da Vinícola Pizzato Prosecco Valduga Rio Sol Expumante Rosé de shyraz Salton Evidence Salton Brut Ouro Terra Nova Moscatel Valduga Estações Rose .Nero Espumante Moscatel
Brancos:
Boscato Reserva Chardonnay de Nova Padua Chardonnay Gran Reserva da Casa Valduga Cordilheira de Sant’Ana Chardonnay Dezem Chardonnay de Toledo PR Don Guerino Chardonnay Bento Gonçalves Gewürztraminer Cordilheira de Sant’Ana Fabian Chardonnay de Nova Padua RS Fortaleza do Seival Pinot Grigio – Miolo Fortaleza do Seival Viognier – Miolo Miolo Reserva Chardonnay Nubio Sauvignon Blanc da Sanjo de São Joaquim SC Pizzato Chardonnay do Vale dos Vinhedos Quinta Don Bonifácio Moscato Gialo de Caxias do Sul RS Quinta Don Bonifácio Riesling Itálico de Caxias do Sul RS Valduga Chardonnay Gran Reserva do Vale dos Vinhedos RS Vilagio Grando Chardonnay de Herciliópolis SC Volpi Chardonnay Vinícola Salton Volpi Sauvignon Blanc Vinícola Salton Volpi Gewürztraminer Vinicola Salton Villa Francioni Sauvignon Blanc Villa Francioni Chardonnay Tintos:
Arinarnoa Valduga Angheben Teroldego Angheben Barbera Aurora Milésime Cabernet Sauvignon Aurora Reserva Cabernet Sauvignon Aurora Reserva Merlot Betu Merlot Boscato Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2002 Cabernet Franc Valmarino Casa de Amaro Sangiovese Sulvin Casa de Amaro Teroldego Sulvin Cabernet Sauvignon Gran Reserva Excellence da Casa valduga Cordilheira de Sant`Ana Reserva Especial Tannat Cuvée Giuseppe Vinícola Miolo Cuvée Luiz Argenta Dal Pizzol Ancellota Dal Pizzol Gamay Dal Pizzol Touriga Nacional Desejo da Vinícola Salton Dezem Cabernet Sauvignon Dom Laurindo Malbec Dom Laurindo Tannat 10 anos 2005 Fortaleza do Seival Tannat da Vinícola Miolo Inominable do Villagio Grande Joacquin Cabernet Sauvignon e Merlot da Villa Francioni Larentis Reserva Especial Ancellota Larentis Reserva Especial Merlot Lídio Carraro Grande Vindima Lidio Carraro Quorum Lídio Carraro Nebbiolo Lote 43 da Vinícola Miolo Luiz Argenta Cabernet Sauvignon Luiz Argenta Merlot Maestrale da Sanjo de São Joaquim Maison Dachery Maison Dachery Milesime Maison Dachery Virtuoso Marson Cabernet Sauvignon Marson Gran Reserva Cabernet Sauvignon Marson Vinhas D`Encruzilhada Cabernet Sauvignon Merlot Terroir da Vinícola Miolo Minimus Anima Mioranza Merlot Mioranza Ancelota Perini Tannat Pinot Noir Quinta da Neve de Santa Catarina Pinot Noir Volpi Pizzato Merlot Pizzato Egiodolá Prelúdio Quinta do Seival Castas Portuguesas da Vinícola Miolo Quinta do Seival Cabernet Sauvignon Reserva dos Pampas Cordilheira de Santana Rio Sol Reserva da ViniBrasil Rio Sol Winemaker Selection Touriga Nacional da ViniBrasil Rio Sol Winemaker Selection Alicante Bouschet da ViniBrasil Rio Sol Winemaker Selection Merlot da ViniBrasil Singular Nebbiolo Lidio Carraro Talento Salton Terragnolo Reserva Cabernet Sauvignon Terragnolo Reserva Merlot Tormentas Touriga Val de Miz de Flores da Cunha Val 13 da Valdemiz de Flores da Cunha Valduga Gran Reserva Cabernet Sauvignon Vilagio Grando Merlot Villa Francioni Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Malbec e Syrah Volpi Merlot da Vinícola Salton Vallontano Merlot Reserva Vallontano Tannat
Quinta do Vesúvio 2007 no Brasil com jantar e degustação no La Tambuille
Dominic Symington estará no Brasil, pelas mãos de Ciro Lilla, da importadora dos melhores rótulos. Será dia 13 de julho no Tambouille o lançamento do esperado Quinta do Vesúvio, vinho produzido por este simpático e competente produtor, com as uvas da sua quinta do mesmo nome, uma das propriedades mais bonitas de Portugal. O vinho é esperado com muita curiosidade pois foi desenvolvido com o objetivo de ser o melhor e mais elegante tinto de Portugal, terra de meu avô materno Licinio Granja.
Dominic que é a 13ª geração da familia Symington é proprietário de algumas maravilhas como Porto Graham's, Cryseia, Quinta de Roriz e Altano. Você já provou? O que está esperando ligue para a Mistral e encomende sua caixa...
Agora o melhor mesmo seria comparecer ao jantar (R$ 345,00 por pessoa) e ainda poder conversar com o Ciro e com o Dominic. Ligue já e faça sua reserva (3372 3409). Veja o que será servido:
● Graham´s Dry White (servido como aperitivo “Porto e tônica”) ● Altano Branco 2008 ● Altano Reserva 2006 ● Pombal do Vesúvio 2007 ● Quinta do Vesúvio 2007 ● Graham´s 10 Years Old Tawny
Entrevistei Davide Marcovitch, o competente e simpático Presidente da Moët Hennessy para America Latina, Oriente Médio, África e Canadá e que hoje será agraciado com a Croix de Chevalier dans l’Ordre National Du Mérite no Consulado da França, pelas mãos do Cônsul Jean-Marc Gravier.
Nos bastidores Davide me passou um furo pra o blog, em outubro receberemos no Brasil Richard Geofroy, o Chef de Cave da Dom Pérignon, ele é o atual Dom Pérignon... aguardem. Perguntei também sobre meu amigo Manuel Louzada e soube que o craque está emprestando sua competência agora lá na Espanha, mais precisamente em Toro, numa nova aquisição do Grupo Moët Hennessy, trata-se dos vinhos top Termanthia e Neumanthia. Aguardemos. Bem se você quiser curtir a entrevista do Davide, basta acompanhar o CELEBRE! Quartas-feiras 21:30 pelo canal 18 da TVA ou pela web no www.canalsp.com.br. Na ocasião ele sabrou uma garrafa de Moët & Chandom Brut Imperial com seu sabre Moët&Chandon, super chic, como ele. Será que deu certo? Veja no vídeo... Saúde! Como digo sempre, podemos até ficar sem beber, mas beber mal jamais...
Gente, pelo amor de Deus né?... Caminho das Indias hoje?! Hoje é dia de fazer um aquecimento no CELEBRE! Canal 18 da TVA e saber o que o Jacques Trefois falou para o Didú sobre vinhos naturais. E mais, o TOM falando de Porto, o Rodrigo da Casa do Porto falando do Barão Nathaniel, você já provou?, o Cezar França, um dos melhores sommeliers do Brasil falando dos vinhos do meu amigo Jean Louis Despagne, as novidades da Mercovino com vinhos protugueses e muito mais, depois vá curtir seu futebolzinho... Saúde!
Tive o prazer de ter sido convidado pela Revista Go Where Gastronomia, que tem como editor, ninguém menos que Celso Arnaldo Araujo, meu ex-colega de Bloch Editores. O tema não poderia ter sido melhor, "Biodinâmicos", o Sommelier, também não pdoeria ter sido melhor, Ariel Perez, o responsável por termos tido a visita de Nicolas Joly ao Brasil e a realização da 1ª Feira de Biodinâmicos do Brasil em 2008, aliás o melhor evento de vinhos daquele ano "Secondo Me", claro.Evento que se repetirá em 2010 em novembro.
Pudemos degustar algumas maravilhas como Pierre Frick Riesling 2004 (a tampa é de latinha de garrafa de cerveja, veja no vídeo), um espetáculo que custa R$ 120,00 e que não pode faltar em nenhuma adega, com muita untuosidade, lamparina de querose, denso, flor de erva-doce, mineral, espetáculo. Depois um Mersault 2004 de Pierre Morey, este já a R$ 400,00 mas de se beber ajoelhado, intenso e elegante com lanolina, twist de grape fruit, sápido, acidez marcante, maravilhoso. Seguiu-se então para dois tintos, um chileno do meu amigo Alvaro Spinoza, o Anyiyal 2006, com 50% de Carmenère, 40% de Cab Sauvignon e 10% de Syrah. (ele foi o primeiro a engarrafar carmenère varietal e o primeiro biodinâmico chileno), intenso, herbáceo, gordo, vagem e violetas e era chileno pra caramba, puro. Seguimos para uma novidade preciosa que o Ariel trouxa para a Casa do Porto, trata-se do Tribute, um vinho americano com corte bordalês, cabernet sauvignon, cabernet franc que dominava o nariz, merlot e petit verdot, vinho espetacular que custa nada menos que U$ 250,00 e que o Ariel descreve no vídeo, veja.
Para cair o queixo de todos, encerramos com dois campeões, o Nikolaihoff 99 Gewürztraminer de 35grms. de açúcar residual e que na boca tinha uma acidez inexplicável, fresco, ficava bem com o peixe, muito mais que com um doce. Um amardine líquido, sensacional. Em seguida o espetacular Clos de La Coulée de Serrant 98 de meu amigo Nicolas Joly, o gênio que consegue produzir um chenin blanc dessa categoria, com barricas velhas, sem SO2 e fresco, floral, rosas brancas encheram a sala, uma cola da Aerobrás junto me remetia à infância dos aeromodelos, a flor da camomila, a bala de cevada o retrogosto do Shissô lembrado pelo Sommelier Ramatis, segundo degustador do Whta's Up, do blogdodidu e Sommelier do Programa CELEBRE! e ainda Sommelier do Barbacoa do D&D. ele ilumina o salão quando apresenta um vinho.
Foi um verdadeiro espetáculo que você saberá em detalhes na próxima edicão da Go Where Gastronomia, ou que pode ser repetido quando você quiser na Casa do Porto, Alameda Franca 1225. E o mais incrível é que ainda tem gente que acha que biodinâmica é uma bobagem... hahahahahahaha.