Meu único gasto no free shop, na volta do Porto, foi um jogo de bolinhas de tênis para meus cachorros. Eles adoram correr atrás da bolinha e vivem perdendo, então comprei logo 18 bolinhas em promoção. Eles merecem. Este fim de semana vou ficar com eles numa boa, nem quero saber o que vai rolar no mundo, se vão matar alguém e colocar num carrinho de super-mercado, se políciais vão ajudar assassinos e ladrões, qual político salafra vai armar alguma nova falcatrua, quem vai roubar quem. Se o mercado do vinho vai perceber que precisa anunciar mais, não quero saber. Se vão continuar ignorantemente desunidos, não quero saber Se os invejosos não conseguem nem cumprimentar o colega por algo brilhante mas que não foi ele que fez, ou se a notícia é preterida ao leitor por que não era exclusiva deles. Não quero saber. Este fim de semana não quero saber de nada além dos meus cachorros. Apresento-os abaixo:
O Max é um labrador falsificado, mas é um verdadeiro gentelman, dá as patas, uma de cada vez e quase sorri pra você depois da proeza. Nunca precisou de coleira, elegante e gentil o Max é tão solidário que fiocu grisalho no cavanhaque junto comigo... É um senhor de 15 anos e às vezes vem com a cara e deita o queixo no meu teclado, alterando meu trabalho... Acho que vou empalhar o Max quando ele morrer, estou muito habituado com o Max ao meu lado.
A Flor é uma cruza de Rotweiler com Pitt Bul, mas é a mais mansa de todos. Seu nome não poderia ser mais apropriado.Aprendeu com o Max a colocar o queixo no meu teclado de computador, só que o queixo dela deve pesar uns quinze quilos, mas como ficar chateado com essa demonstração de carinho? Ninguém acredita mas ela é mansa. Se você dá algo para ela, ela não abocanha de sua mão, ela pega com a língua para não te machucar. Dá pra acreditar?
Frica a terrível. A Nazira achou na rua, com uns vinte dias de vida, apavorada. Alguém completamente despresível talvés um político, abandonou-a e ela ganhou na loteria. Seu anjo da guarda é campeão. A Frica é super brava, encara qualquer um é mais esperta que todos, sempre precisa de coleira e pega ratinhos antes dos gatos. A Frica é fogo.
A simpática Antonella D'Insanto esteve no Brasil a convite da Casa Flora que importa seus delicosos toscanos. Que terra a Itália não? Os I Blazini Black Label 2003 estea por R$ 156,00, o White Lable a R$ 128,00 e o Green Label a R$ 53,00 Vinhos que valem a pena provar. Antonella falou de sua azienda e de sua preocupação com o meio ambiente. Os vinhos você encontra na CAsa Flora, procure a Thais Carvalhal e peça um desconto em meu nome...
O portfólio do Ciro Lilla é brincadeira né gente? Conheci os deliciosos vinhos Le Pupille em jantar no KAA onde Pascal Valero está arrasando, diga-se. O simpático, jovem e competente Sergio Bucci, enólogo respnsável pela Fattoria Le Pipille de Elisabetta Geppetti, apresentou os vinhos. Importante ressaltar que a Fattoria é destaque no Gambero Rosso como pioneira em vinhos de qualidade, chamando a atenção para as colinas de Morelino em Marema, sul da Toscana. Os vinhos são deliciosos e sedutores. Experimentei dos: Pelofino IGT 2007 (U$ 30,90) com 55% de Sangiovesi, 30% de Syrah, 10% de Cabernet Sauvignon e 5% de Cabernet Franc. O Morellino di Scansano 2007, a U$ 35,50 de Sangiovesi, Malvasia Nera e Alicante foi "Secondo Me" a estrela da noite em relação qualidade e preço. O moderno Morellino di Scansano Poggio Valente 2005 (U$ 75,90) fez bastante sucesso também com seu assemblage de Sangiovese e Alicante e o grande Saffredi IGT 2005 com 55% e Cabernet Sauvignon, 35% Merlot e 15% de Alicante estava soberbo, mas já nos U$ 189,50. Como gran finale o Solalto IGT 2005 a U$ 47,50 a grrafa de 375 ml, ficou divino com o mil folhas. abaixo você pode saber a opinião de Sergio Bucci sobre as últimas safras na Toscana. Saúde.
Sensacional o almoço a que fui convidado pelos meus amigos da LVMH em homenagem a Richard Geoffroy, Chef de Cave da Dom érignon. Ou seja é o atual Dom Pérignon. Tarefa que não deve ser fácil. Foram servidos néctares de sua adega pessoal, como: Dom Pérignon Vintage 2000, Dom Pérignon Oenothèque 1995 e Dom Pérignon Rosé Vintage 1998. Um show que foi devidamente acompanhado pela melhor cozinha que já conheci no Brasil, que saem as mãos de Laurent Suaudeau. No vídeo você pode ver a simpatia de Richard. Quando ele viu meu cartão da Confraria dos Sommeliers que tem um brasão chupado do rótulo da Dom Pérignon, em dourado e grande, disse que iria me porcessar... hahahaha o logo do cartão dele era pequenininho...
Depois perguntei como ele recebeu a notícia do INAO ter reconhecido a blanquete de Limoux como o primeiro espumante, cerca de cem anos antes de Dom Pérignon... um certo desconforto entre os anfitriões até que o Richard me sai com: "Não soube dessa notícia..." e deu uma boa risada. Ele é ótimo. Contou que Dom Pérignon não usa nunca a Pinot Meunier, para minha surpresa, nunca imaginei nem ouvi isso. Depois quando indaguei sobre os espumantes brasileiros ele elogiou muito e disse que se surpreendeu com o resultado de Philipe Mevel com a Chandom brasileira e que adoraria poder fazer "charmat" na Chamapgne.
Gostou? Então imagine esse prato com os vinhos em promoção no Wine Week e o charme da Enoteca Saint Vin Saint que acaba de renovar seu cardápio. E olhe, é bem em conta viu. Enoteca Saint Vin Saint Rua Professor Atilio Innocenti, 811 Lá os vinhos estão sempre em wineweek.
A famosa Barton & Guestier é a mais nova marca no portfolio da Interfood de Gabriel Cury com o resplado sempre atento de Bruno Airaghi. Em jantar a um grupo de privilegiados ontem no Erick Jacquin, foram apresentados alguns dos vinhos dessa empresa de quase 300 anos, desde que Thomas Barton imigrou da Irlanda para Bordeaux onde começou sua vida como transportador de vinhos. A empresa que desde 1986 pertence à gigante Diageo, agora tem no Brasil a Interfood como sua importadora e distribuidora. São 14 milhões de garrafas sob o guarda-chuva de Barton & Guestier e até vinhos biológiocs eles têm. Com uma associação de 250 vinicultores e 3 vinifiadores e ainda o maravilhoso Château Magnol de propriedade exclusiva da Barton & Guestier, o enólogo Laurent Prada orquestra a qualidade de cada terroir. No vídeo abaixo você pode saber mais de Barton & Guestier pela simpática Export Maneger do grupo, Audrey Clos.
Abaixo no vídeo, a bela e competente Thais Carvalhal em evento no Museu do Futebol fala do Nederburg, o vinho oficial da Copa de 2010 na África do Sul. Eles lançaram um rótulo especial para isso a "Twenty 10" que tem branco, rosé e tinto, mais populares, um pouco abaixo dos ótimos Nederburg que a Casa Flora importa e que eu recomendo. O de sobremesa então é um show e certamente a melhor relação de qualidade e preço em um vinho doce que conheço aqui no Brasil. Experimente.
Se você não conhece o Walter Tommasi e ainda não experimentou os vinhos 1er. Cru Classée: Haut Brion, Mouton, La Tour, Lafite, Margaux e Yquem, e ainda puder dispor de R$ 980,00, ligue agora mesmo no (021) 2235 7670 ou envie e-mail para eventos@vitisvinifera.com.br e reserve seu lugar. A degustação comentada pelo Tommasi será no dia 4 aocmpanhada de ótimo cardápio no Babete Restaurante, na Rua Dr. Melo Alves, 216 nos jardins. Bom apetite.